Instrumental cirúrgico além do aço... por que não adianta esterilizar aquilo que não funciona!
Na CME, falamos muito sobre limpeza, embalagem, esterilização, rastreabilidade, indicadores químicos, indicadores biológicos e liberação de carga. Tudo isso é essencial. Mas existe uma pergunta que precisa ganhar mais força na bancada de preparo: esse instrumental ainda funciona? Um instrumental pode estar limpo, embalado, esterilizado e rastreado. Mas, se a tesoura não corta, se a pinça não apreende, se o porta-agulha não segura ou se a cremalheira falha, esse instrumental não está em condição segura de uso. Essa é uma discussão que vai além da esterilização. É uma discussão sobre teste de funcionalidade, qualidade do aço, fabricação, processamento, conservação, manutenção preventiva e gestão do arsenal cirúrgico . Instrumental cirúrgico não é “ferro”. É engenharia a serviço da vida. Teste de funcionalidade... a barreira antes do campo cirúrgico A inspeção visual é importante, mas ela não responde tudo. Um instrumental pode parecer íntegro e ainda assim não estar funcional. Uma tesour...